Trastejando

Tudo o que eu quero é um acorde perfeito maior.

O amor não sabe esperar

Escrito por em 16/10/2013

O amor não sabe esperar

Essa é a gravação de estréia do meu PortaStudio — finalmente testei de verdade todos os recursos multi-tracking dele. Nessa gravação, eu usei bastante coisa até. Segue a lista: O referido TASCAM PocketStudio, meu gravador 4 pistas portátil; Jack, meu violão de nylon; Um baixo SX estilo JazzBass; Uma uma bateria Roland V-Drums; Minha guitarra Encore vagabocaster, a strato genérica mais fiel...

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Música: Tudo outra vez

Escrito por em 23/05/2013

Pois é. Tentei dar uma modernizada no site, deixar tudo mais bonito, colocar player de MP3 embutido…. A estrutura bagunçou toda… E as opções são voltar ao formato antigo ou ficar com esse, com os defeitos e qualidades de cada um… E então to deixando assim mesmo. Para informação: os arquivos de aúdio que eu postar vão aparecer pra download na parte de gravações do Meu Baú, ok?...

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Tudo outra vez

Escrito por em 23/05/2013

Tudo outra vez

Uma das gravações que eu fiz em 2005. Na época eu estava trabalhando embarcado na P-47, preso no meio do mar durante 15 dias. To contando essa história aqui. Mas agora eu falo sobre o processo da gravação em si. Meu equipamento da época: Um já velho e ultrapassado programa Vegas Sound Studio; Um velho Pentium 3 1GHz, com uma placa Soundblaster 16bits genérica; Um microfone Shure sm57; Uma...

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Kiss from a Rose

Escrito por em 26/04/2013

Então. Esta aqui é minha primeira gravação completa em multi-tracking, que eu fiz lá em 2002. Já falei sobre isso antes. Mas estou deixando nesse post o link pro arquivo MP3, e os detalhes que eu me lembro da gravação. O equipamento foi o que eu já citei antes: O programa Vegas Sound Station Um Pentium 3 1GHz com uma placa SoundBlaster 16bits “genérica” Mesinha de som Staner de 4 canais Um...

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Minha primeira gravação multitracking – Kiss From a Rose

Escrito por em 25/04/2013

Minha primeira gravação multitracking – Kiss From a Rose

Até o começo da minha vida pós-adolescência, eu vivia quase diariamente cercado de amigos violeiros e tocava acompanhado com muita freqüência. Mas depois que meu filho nasceu minha vida começou a girar cada vez mais em torno da minha casa e da minha família. Eu passei a tocar muito mais sozinho do que antes. Então eu comecei o meu “home studio“, do jeito que qualquer moleque...

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